5 situações que muita gente já passou trabalhando ou tendo aulas em casa

Em tempos de trabalho remoto e aulas em casa, os computadores ganharam um protagonismo ainda maior e se tornaram ferramentas indispensáveis para o desenvolvimento das atividades do dia a dia.

O aumento na demanda dos computadores também acabou revelando algumas questões não muito agradáveis em relação a estes dispositivos, especialmente dos mais antigos e não tão atualizados.

Neste texto, listamos cinco situações que quem estuda ou trabalha em casa provavelmente já passou e mostramos como cada uma poderia ter sido evitada com o computador certo.

1. Notebook travando com poucas abas abertas

Navegadores são um dos principais programas utilizados no computador, e uma de suas funcionalidades mais interessantes é poderem ser usados com muitas abas ao mesmo tempo. Contudo, em PCs antigos ou com baixo desempenho isso pode ser um problema grave, já que a máquina muitas vezes apresenta travamentos com apenas algumas abas abertas.

Esse não seria um entrave em um computador premium com desempenho acima da média, como o Dell XPS 13, que tem processador Intel Core de 10ª geração, o que garante bom desempenho até em situações mais extremas. O conjunto de hardware e Windows 10 garante maior velocidade, segurança, durabilidade e excelente autonomia de bateria para o notebook trazendo uma maior produtividade para o seu dia a dia. Com um PC desses, é possível abrir dezenas de abas no browser e manter a performance.

Outro aspecto que ajuda bastante no uso de muitas abas é a quantidade de memória RAM. Em computadores como este modelo da Dell, você pode aproveitar até 16GB de RAM para o uso em aplicações simultâneas

2. Bateria acabando no meio da reunião ou da aula

Esse é outro problema comum para quem trabalha ou estuda em computadores antigos e desatualizados — e a bateria geralmente acaba nos momentos mais inoportunos, como uma reunião ou uma aula importante. Se você quer evitar isso, o melhor é sempre utilizar o notebook conectado na tomada.

Mas e se a tomada estiver longe ou o carregador não estiver por perto? Nesse caso, um notebook com bateria integrada capaz de aguentar 18 horas com tela Full HD e até 12 horas com tela UHD, usando aplicativos de produtividade, como o Word ou o Excel, pode ser a solução. Essa é a marca alcançada em testes pelo Dell XPS 13, que tem bateria de 4 células com certificação ENERGY STAR.

3. Computador sem espaço para novos arquivos

Imagine que você começou a fazer parte de um novo projeto no trabalho e precisa baixar uma grande quantidade de dados em seu notebook. Ou talvez esteja necessitando fazer o download do material didático de suas aulas. Um problema comum em muitos computadores é a falta de espaço, o que pode comprometer o trabalho e os estudos.

O Dell XPS 13, com até 1 TB de armazenamento SSD, não somente consegue guardar uma grande quantidade de arquivos como também pode recuperá-los e manipulá-los a uma velocidade incrível. Um bom exemplo são os materiais desenvolvidos através das ferramentas de produtividade do Microsoft 365, para tornar sua vida mais criativa, organizada e segura através de aplicativos importantes como Excel, Word e Powerpoint, estes sempre com todas as funcionalidades atualizadas como Word editor e tradutor, Design ideas do powerpoint e muito mais. A utilização de uma unidade de estado sólido também garante a rápida inicialização do sistema e dos programas instalados. Dessa forma, você não vai mais precisar dar como desculpa a falta de espaço no notebook ao trabalhar e estudar.

4. Câmera da webcam com baixa resolução

Nesse período de alta de trabalho e aulas remotas, é natural que as pessoas tenham sentido a necessidade de usar bastante a webcam, porém muitas devem ter se decepcionado ao perceber que a câmera tinha uma resolução mais baixa, resultando em uma imagem de qualidade inferior.

A solução não poderia ser outra: recorrer a um notebook que ofereça uma câmera de qualidade, com uma lente capaz de produzir imagens e vídeos nítidos. Esse é o caso do Dell XPS 13, que tem uma webcam com lente de quatro elementos e tecnologia avançada antirruídos, melhorando a qualidade  especialmente em condições com pouca iluminação.

5. Computador esquentando muito após algumas horas de uso

Esse é um problema muito comum daqueles que usam o notebook por muito tempo ou ferramentas que exigem muito processamento. No caso do Dell XPS 13, há uma série de tecnologias empregadas para promover o equilíbrio térmico do aparelho.

O modelo da Dell tem duas ventoinhas separadas para dissipar o calor em uma área maior, além de uma tubulação de calor projetada com um evaporador e dois condensadores. O notebook ainda conta com ventilação de exaustão oculta através da dobradiça, tudo para garantir que o dispositivo não vai esquentar mesmo após longas horas de uso.

Vale ressaltar que o sistema é equipado com o isolamento térmico GORE. Isso se traduz em níveis de condutividade térmica menores do que o ar, em um formato fino e flexível que ajuda a manter resfriados os componentes internos do notebook.

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Qual dessas situações você já precisou enfrentar? Se não quiser mais passar por elas ao trabalhar ou estudar, siga o link para conhecer o Dell XPS 13 e como ele pode ajudá-lo no trabalho remoto ou nas aulas em casa. A Dell também oferece acessórios para aumentar a produtividade e serviços para melhorar a experiência com a máquina, e quem comprar na loja oficial da marca possui vantagens, como atendimento consultivo, frete grátis e parcelamento sem juros.

fonte : tecmundo (https://www.tecmundo.com.br/produto/215589-5-situacoes-gente-passou-trabalhando-tendo-aulas-casa.htm)

10 vantagens de usar redes mesh

Além de oferecer um sinal de Wi-Fi de maior alcance e estabilidade, o sistema mesh apresenta mais vantagens. Veja algumas delas:

 1 – Facilidade de gerenciamento da rede

As redes mesh são mais fáceis de administrar pois são totalmente automatizadas. A verificação do melhor ponto para dar velocidade à conexão dos dispositivos é feita de forma a garantir sempre o melhor desempenho. Além disso, a configuração e o gerenciamento da rede pode ser realizado por meio de aplicativos para smartphones, permitindo, por exemplo, ter controle sobre os dispositivos que se conectam na rede, criar redes para visitantes, cortar ou limitar o acesso a determinadas redes criadas. Confira mais detalhes nos próximos pontos.

2 – Conexão simplificada

Com uma rede mesh, a reconexão constante não ocorre mais, mesmo que o usuário mude de localização. Não é preciso fazer a troca mecânica entre uma rede e outra. O sistema conecta automaticamente ao ponto de acesso com a melhor qualidade.

3 – Melhor transmissão de dados e alcance da rede

Nos roteadores mais simples o sinal wireless é irradiado sempre para todos os lados, por vezes não aproveitando todo o potencial da rede. Já os equipamentos mais modernos, incluindo os mesh, utilizam a tecnologia beamforming, que permite uma transmissão de melhor qualidade, pois direciona o sinal de forma inteligente aos dispositivos conectados na rede Wi-Fi.

4 – Dual band automático

Hoje, os roteadores mesh são principalmente dual band (ou seja, operam em 2,4 e 5 Ghz), mas já há dispositivos usando Wi-Fi 6E, que utilizam também outra faixa de frequência, de 6GHz. Assim, é possível usar sempre a melhor frequência e ainda conectar mais dispositivos. Por exemplo, em locais com muitas redes próximas utilizando a frequência 2,4 GHz é possível usar a banda de 5 GHz para aproveitar canais adicionais que estejam mais livres. Além disso, como já citado, eles criam uma única rede Wi-Fi, ou seja, quando você for conectar um dispositivo à rede, verá somente um SSID (nome que identifica a rede), ao invés de ver duas redes separadas, uma para 2,4 GHz e outra para 5 GHz.

Como os próprios módulos mesh controlam o uso dessas frequências e canais de forma transparente, é possível aproveitar sempre a melhor capacidade da rede. É importante lembrar que para usar a rede 5 GHz e padrões wireless mais modernos, como o Wi-Fi 5 (802.11ac) e Wi-Fi 6 (802.11ax), que permitem maiores velocidades de conexão, os dispositivos pessoais (smartphones, TVs etc) devem ter suporte a esses tipos de tecnologias;

5 – Distribuição de rede

Esse tipo de sistema controla automaticamente a distribuição da conexão na rede conforme a necessidade do usuário. A velocidade pode ser direcionada para uma determinada tarefa, dependendo do que for requisitado. Por exemplo, um streaming no computador ou um jogo online podem ter prioridade num período de tempo em relação a outras aplicações em uso no mesmo momento.

6 – Controle parental e de usuários

Alguns sistemas mesh contam com a possibilidade de controlar o acesso dos dispositivos conectados, o que facilita a administração do uso da internet. Essa função, conhecida como controle parental, permite bloquear e criar acessos por meio de um aplicativo. Com isso, é possível limitar o acesso das crianças à internet, determinando horários em que a conexão fica bloqueada, ou criar redes especiais para visitantes e compartilhar a senha com facilidade.

Saiba mais: Controle parental: como a tecnologia melhora a proteção online

7 – Escalabilidade da área de cobertura

O custo para ampliar a infraestrutura tem escalabilidade flexível. Não é necessário investir em roteadores mais potentes ou em repetidores para cobrir ambientes mais extensos, pois basta adicionar módulos avulsos à rede já existente. Por exemplo: se houver a necessidade de ampliar a área de cobertura para uma área de lazer, por exemplo, é preciso adquirir apenas uma nova unidade e instalar no local. No caso dos Twibis, cada módulo avulso amplia a área de cobertura em até 180 m² (nos módulos giga) ou até 100 m² (nos módulos fast). O recomendado é utilizar até 6 módulos no mesmo sistema Wi-Fi.

8 – Design moderno

Diferente dos roteadores tradicionais, repletos de antenas, os dispositivos mesh possuem design mais discreto, moderno e elegante, não interferindo na estética do ambiente. Apenas um deles precisa ficar conectado ao modem ou outro ponto de internet, enquanto os demais precisam apenas serem ligados à tomada de energia, sem mais cabos ou antenas externas. Estes podem ser transportados de um cômodo a outro, caso seja necessário para melhor desempenho do produto.

9 – Integração IoT (internet das coisas)

Para tornar as casas inteligentes e totalmente conectadas, será preciso adotar este tipo de conexão. A tecnologia em malha possibilita que todos os dispositivos, como geladeiras, televisões, câmeras, alarmes, portões, entre tantos outros integrados com IoT, possam se conectar ao Wi-Fi. Há opções de sistemas mesh disponíveis no mercado que permitem dezenas de equipamentos conectados ao mesmo tempo, sempre entregando a melhor velocidade.

10 – Instalação simples e rápida

Para instalar uma rede mesh, é preciso conectar um dos módulos à rede de internet e à fonte de energia. A configuração da rede é feita pelo aplicativo no smartphone, que guia o usuário por um passo a passo simples e rápido. Os demais módulos precisam estar conectados apenas à fonte de energia e cadastrados no aplicativo.

Além disso, também há a opção de instalar utilizando cabos. Neste caso, a principal vantagem é que os módulos passam a utilizar os rádios Wi-Fi somente para a comunicação com os dispositivos conectados – smartphones, smart TVs etc. – e transmitem para o roteador principal via cabo. Isso libera os rádios Wi-Fi e proporciona um desempenho ainda melhor. Esse tipo de instalação é recomendada principalmente para empreendimentos de alto padrão, com cabeamento estruturado para telecomunicações.

Agora que você já sabe o que é rede mesh e quais as vantagens, visite nosso site e conheça nossos produtos. Se tiver alguma dúvida, deixe nos comentários abaixo. Continue acompanhando nosso blog para mais dicas de como garantir a melhor conexão com a internet na sua casa ou empresa.

O que é rede mesh e quais suas vantagens?

A rede mesh é uma tecnologia que permite ampliar a cobertura e dar mais estabilidade na rede Wi-Fi. Com cada vez mais aparelhos conectados à internet – smartphones, notebooks, Smart TVs, videogames e outros eletrodomésticos – é fundamental ter uma conexão de qualidade em todos os cômodos da casa. Mas nem sempre isso é possível com um roteador wireless tradicional.

Mesmo que o plano contratado seja de alta velocidade, é comum que em alguns locais o sinal fique mais fraco. Isso acontece porque diversos outros fatores também impactam a conexão sem fio, por exemplo, as características dos ambientes, como tamanho, forma e materiais usados na construção e até mesmo na decoração e mobília, interferências causadas por outros equipamentos operando via wireless, o número de dispositivos e usuários conectados. Por isso a rede mesh é uma alternativa para ter alta qualidade de sinal em áreas maiores. Saiba tudo sobre esta solução neste post!

O que é rede mesh?

A rede mesh é uma tecnologia que permite criar um sistema Wi-Fi formado por dois ou mais dispositivos, também chamados de módulos, que se comunicam entre si para formar uma rede única. Ela é uma tecnologia de ponta, que garante alta qualidade de conexão. Já é utilizada há muitos anos em ambientes específicos, como bases militares e grandes corporações, especialmente em países da Ásia e da Europa, além dos Estados Unidos. Agora, é acessível também para residências e pequenas empresas. Entenda mais sobre o conceito da tecnologia mesh nesse vídeo aqui.

O próprio nome ajuda a compreender como esse sistema funciona: em inglês, “mesh” significa malha. É como se cada módulo fosse um nó, ou ponto de contato. Quando conectados uns aos outros, formam uma malha que cobre todo o ambiente, distribuindo o sinal de Wi-Fi.

Desta forma, a rede mesh permite eliminar as “zonas mortas” – aqueles pontos cegos da casa em que o sinal fica muito fraco ou não chega. Basta instalar os módulos em locais estratégicos para ter uma área de cobertura maior, com mais velocidade, conectividade e estabilidade. Por isso, a rede mesh é uma alternativa aos tradicionais roteadores e repetidores.

Roteadores Wi-Fi comuns x Rede Mesh: qual a diferença?

Quando se trata de conexão Wi-Fi, os roteadores wireless costumam ser a primeira opção para residências e pequenas empresas. Há equipamentos disponíveis no mercado que proporcionam uma boa área de cobertura e excelente qualidade de sinal. No entanto é comum que apenas um roteador não seja suficiente para atender espaços maiores ou com alta demanda de conexão, especialmente se eles não puderem ser posicionados no centro dos ambientes, aproveitando assim de forma melhor a cobertura Wi-Fi.

Muitos fatores influenciam o alcance e qualidade do sinal Wi-Fi de um roteador, por exemplo, tecnologia Wi-Fi suportada pelo roteador ou pelos dispositivos conectados à rede, local onde foi instalado, obstáculos como paredes e móveis, número de dispositivos e usuários conectados, etc. Por conta desses fatores, a qualidade da conexão varia bastante. Em geral, quanto mais distante do roteador, mais fraco e instável é o sinal.

A rede mesh funciona com um módulo atuando como roteador, conectado por cabo ao link de internet da rede do provedor ou operadora, com um ou mais módulos distribuídos pelos ambientes. A quantidade de módulos depende do tamanho do ambiente e área de cobertura desejada, mas são necessários pelo menos dois para criar o sistema mesh. Claro, é possível utilizar apenas um roteador (módulo) mesh para prover conexão Wi-Fi em um ambiente em que ele, sozinho, já seja suficiente. A vantagem nesse caso é que, se você precisar ampliar a área de cobertura de sua rede Wi-Fi, basta adquirir mais módulos e adicioná-los ao sistema.

Para contornar essa dificuldade, uma solução muito adotada é o repetidor. Trata-se de uma tecnologia mais simples que capta o sinal Wi-Fi propagado pelo roteador e atua como uma “ponte” no tráfego de dados, atingindo assim áreas mais afastadas. Ele é recomendado para resolver problemas pontuais em ambientes em que a velocidade não é um fator primordial. Isso porque cada repetidor adicionado pode reduzir em até 50% a velocidade da conexão.

Ao contrário dos repetidores, os módulos que compõem a rede mesh trabalham de forma inteligente e dinâmica. Eles distribuem o sinal uniformemente em todo o ambiente. Ao se locomover com um dispositivo conectado à rede – como um smartphone, por exemplo – o sistema seleciona automaticamente qual a melhor opção de conexão possível, garantindo sempre o máximo desempenho.

Como funciona o sistema de rede mesh?

Atualmente, a tecnologia mais utilizada em roteadores mesh é a Wi-Fi 5 com dual band (5 GHz e 2,4 GHz), porém também existem com Wi-Fi 4 e Wi-Fi 6. O sistema mesh cria uma única rede para as duas frequências, assim os dispositivos podem se conectar sempre no melhor sinal disponível, melhorando a experiência de navegação e garantindo a melhor conexão possível, sempre. No caso dos roteadores mesh da Intelbras (Twibi), eles seguem as especificações:

Assim, a escolha entre um tipo e outro deve levar em conta o plano de internet contratado, a área de cobertura desejada e o número de dispositivos conectados. Veja algumas recomendações para escolher a melhor solução nesse vídeo aqui.

Wi-Fi na casa toda: como é ter rede mesh?

A experiência de navegação da rede mesh é o principal diferencial da tecnologia. Como cria uma rede única, não é preciso alternar a conexão de uma rede para outra, de uma faixa de frequência para outra. O sistema identifica automaticamente qual o melhor ponto de acesso.

Assim, o usuário pode se locomover no espaço entre diferentes pontos sem perder a conexão ou sequer perceber qualquer mudança, já que há uma transição inteligente entre os pontos de acesso. Ou seja, ele pode ir do primeiro andar para o segundo sem sair da rede Wi-Fi, ou sem ter que forçar a conexão com a rede com sinal mais forte, como acontece quando se utilizam repetidores de sinal.

O sistema mesh faz essa transição entre seus nós de forma sincronizada logo que identifica a movimentação. A análise das diversas possibilidades de rotas para o fluxo de informações também é instantânea, definindo sempre o melhor caminho – de forma mais rápida e com a menor perda de pacotes – para chegar até o usuário.

Roteador wireless: saiba o que é e como escolher o seu

Quem tem internet em casa ou escritório certamente já ouviu falar de um aparelho chamado roteador wireless. Apesar de o uso ser bastante comum, muitas pessoas ainda não têm uma definição clara de qual a sua real função nem porque ele está tão presente no nosso dia a dia.

Neste artigo vamos trazer informações práticas sobre o roteador wireless para você entender o que é, como funciona e quais fatores deve considerar no momento de escolher o seu equipamento.

Como nos conectamos à internet?

Para compreender a função de um roteador, é importante entender a dinâmica da conexão à internet. Vamos utilizar como exemplo uma rede doméstica comum: primeiro é preciso um provedor, ou seja, contratar um pacote de internet de uma empresa que ofereça o serviço. Depois, a conexão chega à sua casa por meio de um equipamento chamado modem. Para ter acesso à internet, basta ligar os cabos do modem ao desktop ou ao notebook. Pronto, conectado. Mas, como falamos, este sinal depende de cabos.

Para poder dar acesso à internet sem fio a smartphones, tablets, videogames, smart TVs e/ou outros dispositivos móveis precisamos de um roteador wireless.

O que é e como funciona um roteador wireless?

O equipamento estabelece e compartilha a conexão à web com todos estes dispositivos sem fio que citamos por meio de uma rede Wi-Fi, oferecendo mobilidade para navegar na internet. Assim, mesmo longe do modem, você se mantém online.

Depois de criado o sinal wireless, o acesso à rede é liberado para os usuários com ou sem senha – para uma rede mais segura, é indicado o uso de senhas.

Escolhendo o aparelho ideal: o que levar em conta

Muitas dúvidas surgem sobre qual é o melhor roteador wireless para ser adquirido. Como a resposta destes questionamentos depende de vários fatores, podemos dizer que o aparelho ideal será o que melhor atender a sua necessidade de conexão. Para isso, é preciso levar em conta algumas características:

Velocidade de transmissão (roteador wireless) × Velocidade de acesso (internet)

  1. Velocidade de acesso à internet;
  2. Velocidade de transmissão do roteador wireless;
  3. Tamanho do ambiente;
  4. Alcance.

O primeiro ponto é saber diferenciar a velocidade de acesso, que depende da velocidade de internet que chega ao local, da velocidade de transmissão, que está ligada ao roteador wireless. Isso porque o aparelho tem como função básica transmitir os dados que são emitidos pela conexão contratada pelo usuário.

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, o roteador wireless não influencia diretamente no aumento na velocidade da internet. A velocidade é determinada pelo pacote de dados que vem do provedor de internet contratado.

Já a velocidade com que os dados são transmitidos entre o roteador e os dispositivos conectados na rede Wi-Fi são definidas por padrões de conexão, sendo os mais comuns:

  1. Padrão “BGN”, com velocidade entre 11Mbps e 600Mbps;
  2. Padrão AC, com velocidade até 1200Mbps.

Assim, quanto mais veloz for o roteador adquirido, mais rápido ele vai poder baixar e enviar arquivos, carregar páginas, jogar online ou fazer streaming de músicas e vídeos. Para quem busca agilidade e não quer ver o sinal ‘travar’, o recomendado são roteadores com velocidade de transmissão acima dos 300 Mbps. Além disso, para garantir um melhor desempenho do seu equipamento, a velocidade do aparelho deve ser compatível com a velocidade da banda larga contratada.

Outro fator que interfere na velocidade de transmissão é o número de dispositivos que serão conectados ao roteador wireless. Quanto mais smartphones, tablets, TVs etc. estiverem utilizando a rede Wi-Fi, as chances de haver uma instabilidade na conexão são maiores. Por isso, quando houver a necessidade de compartilhar o sinal com um grande número de usuários, como em grandes empresas ou em comércios, vale a pena buscar por roteadores corporativos ou um Access Point.

Também já é possível encontrar sistemas para uso integrado de Wi-Fi, que são os roteadores com a tecnologia Mesh. Estes aparelhos mantém a amplitude do sinal em todos os ambientes e permite controlar a distribuição da conexão na rede conforme a necessidade do usuário.

Alcance × Tamanho do ambiente

Um ponto determinante na escolha do seu dispositivo é o tamanho do espaço que ele deve atender. Para garantir que o sinal do Wi-Fi chegue em muitos ambientes, é preciso contar com um roteador potente. Neste caso, quanto maior a potência maior será o alcance do sinal Wi-Fi, já que isto permite que dispositivos que estiverem longe possam “escutar” o roteador wireless.

Além disso, existem fatores que influenciam positiva ou negativamente no alcance do sinal, como por exemplo:

  1. Barreiras físicas – a presença de paredes, tetos e grandes móveis entre o seu roteador e o dispositivo interfere negativamente no alcance do sinal, diminuindo a sua efetividade;
  2. Local de instalação – o ideal é posicionar o roteador num local alto e centralizado, assim ele vai poder ampliar sua área de cobertura. Muitas pessoas querem ‘esconder’ o aparelho ou instalá-lo em estantes ou em um cômodo afastado. Desta forma, o alcance do sinal é prejudicado devido as barreiras mencionadas anteriormente;
  3. Antena – ao contrário de que muitos acreditam, ter um roteador cheio de antenas não vai amplificar o sinal do roteador. O que mais interfere nesse caso é a troca de sinal da antena com os dispositivos, influenciada pela potência do roteador. Assim, se houver força de sinal emitida pelo aparelho, a antena irá acompanhar esse alcance.